[Edital PIBE 2026] Convocação para entrevistas
Em conformidade com o edital e com a retificação publicada, convocam-se as pessoas abaixo relacionadas para a etapa de entrevistas, que será realizada no dia 09 de março de 2026 (segunda-feira), presencialmente na sala da CDGEN, localizada no térreo da Reitoria I, conforme horários indicados a seguir:
| Nome |
Horário |
| Amelie Carvalho Pimenta |
10h30 |
| Ana Julia Gomes Rodrigues |
10h45 |
| Elza de Souza |
11h00 |
| Gabriela Cristina dos Passos |
11h15 |
| Giovanna Ribeiro Santana |
11h30 |
| Heloisa Kassar Chaquian de Sá |
11h45 |
| Iara Lima das Neves |
12h00 |
| Júlia Maturana |
12h30 |
| Laisa Brustolin |
12h45 |
| Leticia Ghizzo Mazzon |
13h00 |
| Luciana Maria de Souza |
13h15 |
| Márcio Francisco Braga Bitencourt |
13h30 |
| Maria Eduarda Molinario |
13h45 |
| Mirê Sanchez Chagas |
14h00 |
| Nadiele Kailane Arnoldo |
14h15 |
| Stella Bechler de Souza |
14h30 |
[Edital PIBE 2026] Retificação Nº 01 ao Edital de Seleção de Bolsistas PIBE – 001/CDGEN/2026
A CDGEN, no uso de suas atribuições, torna pública a retificação do cronograma do Edital nº 001/2026, referente ao processo de seleção de bolsista PIBE, conforme segue.
1. Onde lê-se:
| Data |
Evento |
| 13 a 27 de fevereiro |
Inscrições |
| 02 de março |
Homologação das inscrições |
| 03 de março |
Convocação para entrevistas |
| 04 e 05 de março |
Entrevistas |
| 06 de março |
Resultados das entrevistas e Resultado final preliminar |
| 09 e 10 de março |
Período de Recursos |
| 11 de março |
Resultado Final |
2. Leia-se:
| Data |
Evento |
| 13 a 27 de fevereiro |
Inscrições |
| 02 de março |
Homologação das inscrições |
| 05 de março |
Convocação para entrevistas |
| 09 de março |
Entrevistas |
| 10 de março |
Resultados das entrevistas e Resultado final preliminar |
| 11 de março |
Período de Recursos |
| 12 de março |
Resultado Final |
Permanecem inalteradas as demais disposições do Edital nº 001/2026.
Florianópolis, 05 de março de 2026.
[Edital PIBE 2026] Convocação para entrevistas
Em conformidade com o Edital de Seleção de Bolsistas PIBE – 001/CDGEN/2026, convoca-se as pessoas abaixo relacionadas para as entrevistas em 05/03/2026 (quinta-feira):
| Nome |
Horário |
| Amelie Carvalho Pimenta |
7h30 |
| Ana Julia Gomes Rodrigues |
7h45 |
| Elza de Souza |
8h00 |
| Gabriela Cristina dos Passos |
8h15 |
| Giovanna Ribeiro Santana |
8h30 |
| Heloisa Kassar Chaquian de Sá |
8h45 |
| Iara Lima das Neves |
9h00 |
| Júlia Maturana |
9h15 |
| Laisa Brustolin |
9h30 |
| Leticia Ghizzo Mazzon |
9h45 |
| Luciana Maria de Souza |
10h00 |
| Márcio Francisco Braga Bitencourt |
10h30 |
| Maria Eduarda molinario |
10h45 |
| Mirê Sanchez Chagas |
11h00 |
| Nadiele Kailane Arnoldo |
11h15 |
| Stella Bechler de Souza |
11h30 |
[Edital PIBE 2026] Resultado da I etapa do processo seletivo para estágio
A CDGEN agradece o interesse e a participação de cada pessoa inscrita no processo seletivo para a vaga de estágio.
Em conformidade com o Edital de Seleção de Bolsistas PIBE – 001/CDGEN/2026, divulgamos a relação de inscrições deferidas e indeferidas:
Inscrições deferidas
| Nome |
| Amelie Carvalho Pimenta |
| Ana Julia Gomes Rodrigues |
| Elza de Souza |
| Gabriela Cristina dos Passos |
| Giovanna Ribeiro Santana |
| Heloisa Kassar Chaquian de Sá |
| Iara Lima das Neves |
| Júlia Maturana |
| Laisa Brustolin |
| Leticia Ghizzo Mazzon |
| Luciana Maria de Souza |
| Márcio Francisco Braga Bitencourt |
| Maria Eduarda molinario |
| Mirê Sanchez Chagas |
| Nadiele Kailane Arnoldo |
| Stella Bechler de Souza |
Inscrições indeferidas
| Matrícula |
Motivo |
| 23202626 |
Não atendeu o item 4.2, a, c e d. |
| 24105023 |
Não atendeu o item 4.2, c. |
Dia Nacional da Visibilidade das Pessoas Trans e Travestis

O dia 29 de janeiro marca o Dia Nacional da Visibilidade das Pessoas Trans e Travestis, uma data de grande relevância para a promoção dos direitos humanos e para o fortalecimento do debate público sobre a existência, a resistência e a cidadania das pessoas trans no Brasil. Instituída a partir do lançamento da campanha “Travesti e Respeito”, promovida em 2004 pelo Ministério da Saúde em articulação com a ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transexuais), a data tem origem em uma ocupação histórica do Congresso Nacional por lideranças trans e travestis, que conferiu visibilidade inédita às pautas dessa população no âmbito estatal.
No cenário internacional, desde 2009, celebra-se em 31 de março o Dia Internacional da Visibilidade Trans, reforçando a importância de ações contínuas de reconhecimento, respeito e enfrentamento às violências vivenciadas por pessoas trans em diferentes contextos sociais. Apesar dos avanços institucionais e normativos, essa população ainda enfrenta discriminação, violência e barreiras no acesso a direitos fundamentais, como educação, saúde e justiça.
Políticas para Pessoas Trans na UFSC
Na Universidade Federal de Santa Catarina, as ações afirmativas tiveram início em 2008 e, no que se refere às políticas voltadas às pessoas trans, foram construídas a partir da presença, da mobilização e das reivindicações desse público no cotidiano da instituição. Um marco importante ocorreu em 2012, com a aprovação da Resolução Normativa n.º 18/CUn, que assegurou o uso do nome social nos processos seletivos e nos registros acadêmicos, direito posteriormente ampliado e consolidado pela Resolução Normativa n.º 59/CUn/2015.
Em 2023, em consonância com os avanços nacionais e com experiências de outras universidades federais, a UFSC aprovou a Resolução Normativa n.º 181/CUn/2023, instituindo uma política institucional de inclusão de pessoas trans, com ações que abrangem da educação básica à pós-graduação. A política prevê reserva de vagas na graduação, na pós-graduação e em concursos públicos, acesso prioritário à assistência estudantil, além de medidas de enfrentamento à transfobia, campanhas educativas, ações afirmativas e adequações na infraestrutura institucional. Em 2024, a Resolução Normativa n.º 199/CUn/2024 aprimorou essa política no que se refere à composição da comissão de validação das autodeclarações.
Neste ano de 2026, receberemos a primeira turma de cotistas trans na Universidade, um momento marcante que representa a efetivação das políticas de ações afirmativas e o compromisso da UFSC com uma Universidade cada dia mais diversa.
Enfrentamento à Transfobia
O enfrentamento à transfobia é um compromisso institucional da UFSC. Conheça a campanha educativa que reafirma o compromisso da universidade em combater todas as formas de violência e preconceito. Mais do que dar visibilidade às vivências trans, ela traz informação com um glossário inclusivo e orienta como registrar denúncias de transfobia na instituição. Confira juntamente com o Guia de prevenção e enfrentamento à transfobia, fundamentado na Resolução nº 181/Cun/2023, marcando a consolidação de um árduo processo de luta das pessoas trans da UFSC pela garantia de seus direitos.
Entretanto, em casos de ocorrência no âmbito da Universidade, é fundamental denunciar. A denúncia deve ser registrada por meio do Fala.BR – Plataforma Integrada de Ouvidoria e Acesso à Informação. Em situações ocorridas fora da UFSC, as denúncias podem ser feitas pelo Disque 100, pelo WhatsApp (61) 99611-0100, pelo Telegram (busca por “direitoshumanosbrasil”) ou pelo site do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, inclusive com atendimento por videochamada em Libras. As denúncias podem ser anônimas e geram protocolo para acompanhamento. Desde 2019, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), a transfobia é crime no Brasil, enquadrada como injúria racial, com penas que variam de um a três anos de reclusão e multa, podendo chegar a até cinco anos em casos de ampla divulgação do ato.
Mais do que uma data simbólica, o Dia Nacional da Visibilidade Trans reafirma a importância da presença de pessoas trans na universidade e na sociedade como sujeitos de direitos, produtoras de conhecimento, cultura e transformação social. Valorizar essa presença significa reconhecer trajetórias, enfrentar desigualdades históricas e fortalecer o compromisso coletivo com a transição para uma sociedade mais justa e democrática.
Fontes:
https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2024/marco/no-dia-internacional-da-visibilidade-trans-mdhc-reforca-importancia-de-respeito-com-pessoas-transgeneros-e-de-combate-a-violacoes
https://jornal.usp.br/diversidade/genero/dia-nacional-da-visibilidade-trans-reforca-luta-por-cidadania-e-respeito/
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/conheca-10-universidades-que-aprovaram-cotas-para-pessoas-trans/
https://brasil.un.org/pt-br/255983-empoderando-comunidade-trans-no-brasil
Capacitação para Comissão de Validação Autodeclaração de Pessoa Trans UFSC 2026 – DV/PROAFE
UFSC reafirma compromisso com as políticas de ações afirmativas e o enfrentamento à transfobia
Desde a última sexta-feira (16), a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) tem sido alvo de ataques e de desinformação relacionados às suas políticas de ações afirmativas, em especial no que se refere às vagas suplementares destinadas a pessoas trans na graduação.
A UFSC esclarece que essas políticas são institucionais, consolidadas e plenamente amparadas por resoluções do Conselho Universitário, pela legislação federal vigente, por critérios públicos e objetivos previstos em editais e pelo reconhecimento reiterado de sua validade pelo Poder Judiciário. Em especial, a Política Institucional de Ações Afirmativas para Pessoas Trans foi aprovada pelo Conselho Universitário por meio da Resolução Normativa nº 181/2023. As vagas suplementares não reduzem nem comprometem o quantitativo original dos cursos de graduação, tratando-se de vagas adicionais, criadas para ampliar o acesso de grupos historicamente sub-representados ao ensino superior. Nesse sentido, a UFSC reafirma que inclusão, diversidade e excelência acadêmica não são valores antagônicos, mas complementares e indissociáveis.
A UFSC reafirma, ainda, que todos os ingressos por meio de ações afirmativas ocorrem exclusivamente através de processos seletivos públicos, com regras claras, critérios objetivos e rigoroso cumprimento dos editais. As políticas de inclusão adotadas pela instituição visam garantir igualdade de oportunidades, combater discriminações estruturais e fortalecer o caráter público, democrático e plural da universidade.
Ao completar 65 anos de existência, a UFSC reafirma que o que ameaça o futuro das universidades públicas não são as políticas de inclusão, mas o subfinanciamento, a desinformação, a intolerância e o preconceito — fenômenos que a universidade, por sua própria natureza, existe para enfrentar, por meio do conhecimento, da ciência, do diálogo e da formação cidadã.
Universidade Federal de Santa Catarina
Disponível em: https://noticias.ufsc.br/2026/01/ufsc-reafirma-compromisso-com-as-politicas-de-acoes-afirmativas-e-o-enfrentamento-a-transfobia/
CDGEN publica último boletim informativo do ano
A Coordenadoria de Diversidade Sexual e Enfrentamento da Violência de Gênero (CDGEN) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) lançou em 2025, um boletim informativo com o objetivo de divulgar suas ações, projetos e iniciativas voltadas à promoção da equidade de gênero e ao enfrentamento das violências de gênero no âmbito universitário. Com edição bimensal, o boletim busca aproximar a comunidade universitária das pautas de diversidade e direitos humanos, promovendo maior visibilidade às ações desenvolvidas pela CDGEN. Para o ano de 2026 traremos novidades e para acessar a edição atual, basta clicar AQUI. Para acessar as edições anteriores, confira abaixo:
1ª Edição – Julho/Agosto
2ª Edição – Setembro/ Outubro