Coordenadoria de Diversidade Sexual e Enfrentamento da Violência de Gênero – CDGEN/PROAFE
  • 19 de agosto: Dia Nacional do Orgulho Lésbico

     

     

     

     


  • Grupo Refletindo Masculinidades inicia suas atividades no segundo semestre!

    O Grupo Refletindo Masculinidades tem reunido desde 2018 estudantes e servidores dos mais diversos cursos. Tem como objetivo refletir sobre como é construída e vivenciada a(s) masculinidade(s) em nossa sociedade. Os temas, escolhidos pelos próprios membros, já perpassaram por: amizade e rivalidade entre homens, mercado de trabalho, paternidade, violências, saúde do homem, privilégios, sexualidade e outros. O grupo tem se mantido e aprofundado suas temáticas a cada semestre.

    PARTICIPE. O GRUPO É QUINZENAL E ABERTO. VOCÊ PODE COMEÇAR A PARTICIPAR A QUALQUER MOMENTO!

    A atividade é organizada pelos psicólogos da Coordenadoria de Diversidade Sexual e Combate à violência de Gênero (CDGEN), da Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidade (SAAD) da UFSC.

    Venha refletir coletivamente sobre as relações entre masculinidade, personalidade, saúde e violência.

    Uma vida sem violência é possível!

    Inscrições aqui: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeW6Us-b1KbQefmrGo4EewV3pUIC31_y23PhBp8FIZ1LhNYQw/viewform 


  • Cartilha: Mapa da violência contra mulher 2018

    Cartilha informativa elaborada pela Comissão de Defesa dos Direitos das Mulheres da Câmara dos Deputados que apresenta através de ilustrações, mapas, gráficos, os dados referentes a violência contra a mulher no Brasil no ano de 2018, percorrendo 5 temas: estupro, violência doméstica, feminicídio, violência online e importunação sexual. O material traz as informações de ocorrência dos crimes em cada Estado, relação do agressor com a vitima, as disposições nas leis e informações de auxilio na procura de ajuda adequada. A CARTILHA PODE SER CONFERIDA AQUI.

     

     


  • Mesa-redonda : Violência contra a mulher na UFSC – rede de apoio e aspectos jurídicos

    No dia 15 de agosto de 2019 (19h), no auditório da reitoria 1 da UFSC, a Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades (SAAD), por meio da Coordenadoria de Diversidade Sexual e Enfrentamento da Violência de Gênero (CDGEN), promoverá  uma mesa-redonda para discutir os aspectos jurídicos relativos à violência contra a mulher, mas, também, a rede de apoio às mulheres que sofrem violência na UFSC. Foram convidados alguns atores que atuam diretamente com a temática – conforme cartaz abaixo. Participe conosco desse debate!

     


  • Exposição “Do que você se orgulha?”

    Este ano comemoramos 50 anos de Luta. 50 anos de Stonewall. E por isso convidamos você a vir conhecer nossa exposição “Do que você se Orgulha?”!
    Ah mas você não sabe o que foi Stonewall? Então vem aprender e conversar com a gente sobre essa luta que marca o dia internacional do orgulho LGBTQIA+, dia 28 de junho.
    A exposição está acontecendo no hall da Reitoria 1 da UFSC durante toda essa semana, contando com as bandeiras dos movimentos LGBTQIA+ e suas explicações, e recados da comunidade LGBTQIA+ (enquete realizada pela La Kahlo Bodega e 8M Brasil – SC ).
    Venha comemorar e mostrar por que você se Orgulha de você ou de seus amigues!

    Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/317380665805857/

     


  • Cartilha: Eu Existo – alteração do registro civil para pessoas trans

    Em 2018, com a decisão do Supremo Tribunal Federal e as normativas do Conselho Nacional de Justiça, a população Trans brasileira conquistou o direito de ratificar o prenome e sexo/gênero da documentação diretamente no cartório, sem a necessidade de passar pela via judicial, mas muitas pessoas ainda possuem dúvidas de como realizar o procedimento no cartório e do que fazer quando o cartório dificultar a mudança, já que não existe uma normativa nacional orientando os cartórios em como realizar a mudança de nome, o quanto cobrar, e outras especificidades.
    Frente a isso, em 2018 a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA) e o Instituto Prios de Políticas Públicas e Direitos Humanos, no projeto Eu Existo, lançaram a cartilha “Eu Existo – alteração do registro civil para pessoas trans”
    Na cartilha você pode encontrar algumas orientações básicas para a alteração do nome civil em cartório, os documentos necessários, onde reclamar quando o cartório não cumprir com seu dever, e inclusive modelo de pedido de gratuidade de custas do cartório.

    Confira a cartilha no link: http://bit.ly/CARTILHA-ANTRA


  • Atendimentos em 2018


  • Inscrição para Minicurso: Direitos Humanos e Diversidade Sexual

    Realize sua inscrição no minicurso: Direitos Humanos e Diversidade, que será realizado no dia 23 de maio de 2019 às 14h, encaminhando email com nome completo e CPF para: cdgen.saad@contato.ufsc.br.

     

    Até lá!


  • Inscrição para Extravazza: Oficina de Defesa Pessoal para População LGBTIQ+

    Realize sua inscrição para Oficina clicando no link abaixo:

    https://docs.google.com/forms/d/1ieerZII_-lc8ItEoqugOU75Ht30Um72NdqbyPkZekHY/prefill

    Até lá!


  • Nota de Pesar

    É com pesar que comunicamos que Renata Rebello, 58 anos, travesti e estudante de filosofia desde 2017, faleceu às 12:50h deste domingo (12), após sofrer derrame cerebral isquêmico. Renata nos deixou após dias internada no hospital. O enterro será amanhã, na terça-feira (14), no Cemitério Municipal Itacorubi, São Francisco de Assis, na Rua Pastor William Richard Schisler Filho, 452 – Itacorubi.

    Será feito um memorial para que a família e os amigos possam se despedir e fazê-la uma última homenagem. Para Renata, seus colegas de curso eram de grande importância. Segundo amigos próximos, ela os consideravam como família – que ela deixou de ter após sua transição de gênero.

    Com filho, mulher e família, durante 40 anos ela resolveu esconder-se e não fazer sua transição para mulher. Nascida numa sociedade ancorada em uma cultura conservadora à nível mundial, Renata sofreu sozinha parte de sua vida particularmente devido ao regime ditatorial brasileiro.

    “Durante o ensino médio minha libido explodiu. Resolvi ir a uma boate gay. Comprei roupas de menina, raspei os pelos do corpo, bebi uísque com comprimidos. Passei a noite dançando e desfilando, feliz, embriagada, sem qualquer autocensura. No dia seguinte, arrependimento profundo. Algum tempo depois, durante minha segunda jornada pelas ruas vestida de menina, fui cercada por vários rapazes. Encheram-me de socos e pontapés. Não havia onde denunciar a agressão. Se eu fosse até a delegacia mais próxima, teria apanhado pela segunda vez. Estávamos sob ditadura militar. “Toma! Aprende a ser homem!”, diziam os rapazes, enquanto ensopavam minha cara de sangue. Não cheguei a aprender a ser homem. Mas desisti de ser travesti”, escreveu ela em seu blog próprio em 2017.

    Há 18 anos, ela resolveu assumir a Renata que existia dentro de si. Renata, pois, significa renascimento, dizia ela. Saiu da sua cidade natal, passou por São Paulo e Salvador e chegou a Florianópolis, onde resolveu cursar filosofia aos 56 anos.

    A CDGEN/SAAD e NETRANS, juntamente com o Centro Acadêmico de Filosofia, em nome de todos os seus colegas e amigos de curso, sente muito por essa perda. Nos solidarizamos e prestamos nossa homenagem.

    P.S.: Texto escrito pelo Centro Acadêmico de Filosofia.